Conforme o coordenador municipal de urgência, Eduardo Cury, o caso da paciente aquidauanense Rosemare Pereira não é isolado na Capital. “Em 15 de julho, encostaram Ônibus de Ponta Porã aqui, com 61 pacientes, para consulta em tudo o que é especialidade, tudo isso sem nos avisar. Teve paciente que deu entrada no HU, Santa Casa, Hospital do Câncer, Hospital Regional, CEM (Centro de Especialidades Médicas municipal), outros foram para postos de saúde. A referência para Ponta Porã não é Campo Grande, e sim Aquidauana. Mas é assim que estão fazendo medicina no Estado, por isso Campo Grande está lotado”, comentou. Nos encaminhamentos’ registrados pelo Centro Regional de Saúde 24 horas do Bairro Guanandy, por exemplo, há atendimentos de pacientes de Miranda, Sídrolândia e Três Lagoas. “Alguns pacientes vêm de ambulância e outros, a própria instituição orienta a vir de condução própria, já com a documentação de lá”, contou a gerente da unidade, Cláudia Cristina Bergamo. Para a promotora de Justiça da Cidadania, Sara Francisco, a situação está generalizada. “Eles encaminham pacientes para Campo Grande, para serviços que estão credenciados a fazer. Mesmo sendo municípios pactuados e recebendo recursos do SUS para fazer atendimento”, disse. (DA) (fonte: jornal Correio do Estado – 24.07.2008)

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