Bianca Cegati Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde em 26 capitais brasileiras apresentou redução média de 14,86% nas ocorrências atendidas pelo SAMU, 30 dias após ter entrado em vigor a Lei Seca, que proíbe que condutores dirijam após o consumo de bebidas alcoólicas. Em seis cidades o índice de diminuição foi de 20%, estando Campo Grande entre elas. A Capital ficou em quarto lugar no ranking de redução de atendimentos, com 24,58%. Os outros municípios são Manaus (67,87%), Belém (56,10%), São Luís (28,57%), Salvador (22,78%) e Macapá (22,62%). De acordo com o Ministério da Saúde, em Campo Grande, um mês antes da Lei Seca foram feitos 484 resgates e 30 dias depois da legislação em vigor, o número caiu para 365. A lei passou a valer no dia 20 de junho em todo o Brasil. Nacional – Somando os atendimentos realizados nas 26 capitais pesquisadas, 11.918 foram feitas no período de 21 de maio a 19 de junho e 10.146 de 20 de junho a 19 de julho. Uma redução de 1.772 acidentes. Para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a nova lei é aliada na economia com gastos para o tratamento de vítima em unidade de saúde, sendo que o Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas estima que o total usado pelo SUS ao ano em atendimento médico hospitalar, internações, cirurgias e atendimento a vítimas de acidentes de trânsito chegue a R$ 5 bilhões. Ele afirma que cada de redução de 10% no número de vítimas economiza aos cofres do Ministério o equivalente a R$ 500 milhões, ou seja, 300 novas unidades de Pronto Atendimento 24 horas. Hoje o SAMU tem 144 unidades e está implantado em 1.150 municípios, incluindo todas as capitais brasileiras. Isso representa 101 milhões de pessoas cobertas pelo serviço. (Com informações do Ministério da Saúde) (fonte: jornal Campo Grande News – 20.08.08)

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