Alessandro Perin O primeiro grupo de médicos campo-grandenses que vão auxiliar os colegas do Rio de Janeiro a combater a dengue naquele Estado deixou a Capital ontem. A equipe é composta pelos infectologistas Bruno Baptista Filardi, Delso do Nascimento, Íris Fróes, Ana Lúcia de Oliveira e Maurício Pompílio e pela hematologista Éveny Luna de Oliveira, que trabalharam na epidemia que atingiu Campo Grande no ano passado. No total, três equipes de médicos sul-mato-grossenses seguirão para o Rio de Janeiro, e vão permanecer lá durante dez dias cada uma. Os custos com passagens e hospedagem serão pagos pelo governo fluminense, assim como o pagamento do plantão de cada profissional – R$ 500. Os segundo grupo, composto pelos médicos infectologistas Andyane Freitas Tetila, Erivaldo Elias Júnior e Marcos Gonçalves e pelas infectologistas pediátricas Marcela Chacha Trad e Paula Helena Gattass, embarca para o Rio no dia 16 deste mês. A terceira equipe, que contará com a infectologista Caroline Franciscato e a infectologista pediátrica Ana Carolina Anderson Nasser fará a viagem em 26 de abril. A ida dos médicos campo-grandeneses para o Rio foi um pedido do secretário de Estado de Saúde fluminense, Sérgio Côrtes, por causa da experiência que os profissionais de Mato Grosso do Sul adquiriam durante a maior epidemia de dengue de sua história – o Estado registrou 75.336 casos, dos quais 45.993 em Campo Grande. Mato Grosso do Sul também foi o campeão em mortes por dengue no País, com 19 óbitos. O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB), 46, diz que o envio dos médicos para o Rio de Janeiro é uma medida de solidariedade. “É um momento muito difícil, mas agora não adianta chorar sobre o leite derramado. Tem de enfrentar a situação. Não dá para perder a vida de uma criança por causa da dengue”, afirma. O Rio já registrou cerca de 60 mil notificações de dengue desde o começo do ano, e 67 pessoas morreram em decorrência da doença. (fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso do Sul – 07.04.2008)

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