Edvaldo Bitencourt Para realizar a primeira reforma em 15 anos do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, o terceiro maior do Estado, com 300 leitos, a secretaria Estadual de saúde está investindo R$ 3,5 milhões. O destaque desta readequação será a quadruplicação no número de leitos ofertados no Centro de Tratamento Intensivo (UTI) adulto, uma das principais deficiências de rede pública e privada da Capital, que vive superlotada e obrigando a improvisação para atender á demanda. De acordo com o secretário estadual adjunto de saúde e presidente da Fundação Estadual de Saúde,José Roberto de Almeida Paquera, o número de leitos no CTI passará dos atuais 11 para 40. A UTI intermediária terá a oferta de leitos triplicada-dos atuais quatro para 12. O número de vagas com réguas de oxigênio para o atendimento de emergência no Pronto Atendimento Médico(PAM) será duplicado-de cinco para 10. Estas medidas terão impacto direto na superlotaçãodas UTIs disponíveis nos hospitais da Capital, incluindo-se a Santa Casa e o Hospital Universitário, que vivem superlotadas.Esta deficiência também atinge a rede privada, segundo o coordenador municipal de urgência e emergência, Eduardo Cury. Segundo Paquera, a secretaria prepara outras obras de reforma como parte da pilítica de tornar o HR referência no atendimento por meio do Sistema Único de Saúde(SUS). A reforma ainda abrangerá o vestiário dos funcionários, a lavanderia e a pintura interna de alguns setores. Outra novidade será a criação do banco de leite, que funciona precariamente, com o trabalho restrito à coleta do leite humano. O Governo ainda espera concluir a instalação do setor da hemodinâmica, para ativar as cirurgias cardíacas. Com tudo, em 30 dias, segundo o dirigente, o Regional começará a realizar duas cirurgias do coração por semana. Os exames, que seriam feitos com a ativação da ala da hemodinâmica, serão realizados em outra instituição hospitalar. Fusão Para dar mais agilidade á burocracia e atos administrativo do Hospital Hegional, os setores financeiro e administrativo da Fundação Estadual de Saúde passaram a funcionar dentro da unidade de saúde. Além de maior agilidade, a mudança permite que a direção da fundação fiscalze de perto o hospital. Paquera explicou que a entrega de documentos passa a ocorrer em 24 horas, com o prazo anterior de 15 dias, entre um prédio e outro. Ele garantiu que nãohaverá redução no número de funcionários, apesar de a tendência no futuro ser a fusão plena do HR com a fundação. (fonte: Jornal Correo do Estado – 05.06.2008)

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